domingo, 29 de julho de 2012

O PATINHO FEIO

 Para trabalhar a questão da diversidade, o respeito às diferenças, trabalhei com o texto O PATINHO FEIO, usando essa história conhecida discutimos com as questões relacionadas a difrença entre todos nós, o respeito que devemos ter com todas as pessoas independente de raça, cor, tamanho, etc. E ressaltando também a importância da auto aceitação delas próprias, construção de sua auto imagem, sua auto estima.


                                 DESENVOLVIMENTO
       Apresentação do livro: capa, material, título,
editora, ilustrações.
       Ler a história toda e mostrar as figuras;
      Apresentar a turma um filme do you tube com a história;
      Ouvir o CD;
      Interpretação oral: os alunos recontam a história, identifica
os personagens, o tempo, o espaço que acontece a história

(Onde? Quando?);
       Atividades orais e escritas tais como:
Escrita de palavras com letras móvel
Caça-personagens 
Cruzadinha 
Seqüência com tarjas (música) 
Reescrita coletiva do texto
      Frases enigmáticas
      Cantar a música O Pato de Vinícius de Maraes e Toquinho;
      Confecção de dobradura d história.




Em uma granja uma pata teve quatro patinhos muito lindos. Porém, quando nasceu o último, a patinha exclamou espantada:
- Que pato tão grande e tão feio!
No dia seguinte, de manhãzinha, dona Pata levou a ninhada para perto do riacho.
Mas os patos maiores estavam achando aquele patinho marrom, muito feio. Não parece pato não! - Dizia uma galinha carijó. O galo então, estava muito admirado do tal patinho.
- Tomem cuidado com o gatão preto. Não se afastem muito de mim, dizia a Mãe Pata.
Chegaram à lagoa e logo dona pata e os pequenos entraram na água.
Mamãe estava orgulhosa. Mas o patinho feio era desajeitado, como ele só. Não conseguia nadar. Afundava a todo momento.
Teve que sair para fora da água. E foi só gozação dos demais. Dona pata ainda ensinou-os a procurar minhocas e a dividi-las com os irmãos.
Os irmãos tinham vergonha dele e gritavam-lhe:
- Vá embora porque é por tua causa que todos estão olhando para nós! Não sei porque o gatão preto,
não leva você para sempre?
- O pobre patinho ficava sempre isolado dos demais. Os patos mais velhos, judiavam do pobrezinho dando-lhe bicadas.
Todos os seus irmãos eram amarelinhos e pequeninos, e ele era feio, marrom, grandão e desengonçado. De tão rejeitado por ser diferente, resolveu fugir.
Afastou-se tanto que deu por si na outra margem.
- De repente, ouviram-se uns tiros. O Patinho Feio observou como um bando de gansos se lançava em vôo. O cão dos caçadores perseguia-os furioso.
Conseguiu escapar do cão mas não tinha para onde ir. Porém, não deixava de caminhar.
Foi andando... foi andando... sem destino, com o coração cheio de dor e lágrimas nos olhos.
Chegou a um riacho onde estavam patos selvagens. Cumprimentou-os como aprendera com sua Mãe. Mas eles logo foram dizendo:

_Não queremos intrusos aqui. Vá andando e não se faça de engraçado, pato feio.
Pobre patinho, só queria um lugar no mundo para descansar, comer algumas minhocas e nada mais.
Finalmente, o inverno chegou. Os animais do bosque olhavam para ele cheios de pena.
- Onde irá o Patinho Feio com este frio? - Não parava de nevar. Escondeu-se debaixo de uns troncos e foi ali que uma velhinha com um cãozinho o encontrou.
- Pobrezinho! Tão feio e tão magrinho! E levou-o para casa.
Lá em casa, trataram muito bem dele. Todos, menos um gatinho cheio de ciúmes, que pensava: "Desde que este patucho está aqui, ninguém me liga".
Com o tempo a velha cansou-se dele, porque não servia para nada: não punha ovos e além disso comia muito, porque estava a ficar muito grande.
O gato então aproveitou a ocasião.
-Vá embora! Não serves para nada!
E o patinho foi embora. Chegou a um lago em que passeavam quatro belos cisnes que olhavam para ele.
O Patinho Feio pensou que o iriam enxotar. Muito assustado, ia esconder a cabeça entre as asas quando, ao ver-se refletido na água, viu, nada mais nada menos, do que um belo cisne que não era outro senão ele próprio, tão grande e tão belo, como os que vinham ao seu encontro.
Os companheiros o acolheram e acariciavam-no com o bico. O seu coraçãozinho não cabia mais dentro do peito.

Nunca imaginara tanta felicidade.

Os cisnes começaram a voar e o Patinho Feio foi atrás deles.
Quando passou por cima da sua antiga granja, os patinhos, seus irmãos, olharam para eles e exclamaram:
- Que cisnes tão lindos!
Assim termina a nossa história. O patinho feio sofreu muito até que um belo dia cresceu e descobriu a verdade sobre si próprio: ele não era um pato feio e diferente dos outros, era na verdade um lindo cisne. Desde então, todos passaram a admirá-lo e a se curvar diante de sua beleza.


Fonte: http://www.miniweb.com.br/cantinho/infantil/38/estorias_miniweb/patinho_feio.html




Um artigo do Gabriel Chalita para refletirmos sobre o valor do 

respeito ao ser humano. O texto é baseado na história do Patinho Feio.
O Patinho Feio e o valor do respeito
Quem não conhece a história do Patinho Feio? Quem nunca sofreu ou
ao menos se comoveu com sua trajetória de sofrimento apenas por ser considerado feio e estranho aos seus?
A riqueza da história de Hans Christian Andersen reside na capacidade
de nos tocar profundamente, de despertar em nos o sentimento de amor 
ao próximo, de solidariedade e de respeito as diferenças.
Na história, como na vida real, o preconceito de cor, gênero, credo ou 
classe social, prescinde de lógica e de racionalidade para se estabelecer.
Não há alegação plausível, nem por parte dos intolerantes, a capacidade 
de refletir sobre a importancia do outro como peça fundamental no jogo 
social. Um jogo que necessita das relações de troca, de amizade e de aprendizado que vem da convivência pacifíca entre todos,
independentemente da origem ou da história de cada um.
Seja em casa ou na escola, temos o dever de orientar nossas crianças 
para a aceitação do outro, para a compreensão de que condutas
preconceituosas so colaboram para a degradação das relações e da
sociedade como um todo.
A mensagem de Andersen é clara: a despeito das experiências dolorosas,
temos de continuar acreditando em nós mesmos e também nos outros, 
mesmo que, a princípio, pareçam tão diferentes.
Temos de acordar para o fato de que todos podemos ser como cisnes
belíssimos, prontos para aproveitar a primavera e para viver uma vida
pacifíca e digna. A responsabilidade é nossa.
Diz Gabriel Chalita: Devemos estar conscientes da importância de nosso
papel de amparar, reerguer, reavivar os sentimentos, valores e atitudes
que poderão renovar a confiança em dias melhores. Que essa consciência 
seja uma realidade e um estímulo a vocês, companheiros de jornada, 
colegas de cena neste teatro fabuloso que é a escola da vida.
Revista Profissão Mestre
Postado por: Profª. Rosângela Viana
Fonte: Blog da tia Claudia



4 comentários:

  1. Oi amiga..parece que deu certo o meu link,rs
    peguei o seu também!
    Uma linda semana para você,cheia de bençãos..
    bjs

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  2. Respostas
    1. Desculpe a demora em responder, obrigada pela visita.Volte sempre.
      Um abraço.

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  3. Parabéns pelo blog, realmente necessitamos de histórias que incentivem a inclusão e o respeito entre as pessoas !!!

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Fiquei muito feliz pela sua visita, obrigada por deixar sua opinião.
Volte sempre!!!
Professora Adelita Martins